Ribeira Cheleiros




Bacia hidrográfica, entre os concelhos de Mafra e Sintra, responsável pela fixação humana desde o período pré-historio até actualidade. Toda área envolvente mantêm alguma cumplicidade com os povos que desta terra usufruíram. Como óptimo exemplo, temos a Aldeia de Broas, perdida na encosta da ribeira de Cheleiros, foi habitada desde o século XVI, até ser deixada ao abandono em 1969. O seu difícil acesso tem permitido alguma conservação do seu estado original, onde podemos observar vestígios únicos da vida do campo, lagares, adegas, poços, eiras etc.
Exemplos pré-históricos, alguns deles removidos para a construção de obras publicas, estão enormemente espalhados por toda a região e uma grande parte dos objectos encontra-se no Museu Arqueológico de Odrinhas.


Em termos geológicos encontramos na Plataforma Litoral a Norte de Sintra, trata-se de uma zona bastante acidentada e de uma grande diversidade geológica, desde o período Cretácico até ao Mesozóico, onde ocorreu uma grande actividade magmática , que alterou completamente a morfologia do terreno. Podemos observar algumas elevações “cónicas” no terreno, que correspondem a antigas chaminés vulcânicas ou depósitos dos mesmos vulcões. O mais emblemático é o Penedo do Lexim, local classificado como imóvel do Interesse Publico, chaminé vulcânica com disjunção cónica, teve também ocupação pré-histórica e actualmente foi explorada como pedreira.
Oficina de ciência Viva 4.6













MapaGPSies - Ribeira de Cheleiros

Na Crista da Serra de Loures

A poucos kms de Lisboa, encontramos uma serra que se inclina de sul para norte formando uma crista, desde o norte de Lisboa até aos limites das auto-estradas. Serra essa, receada de espaços abertos, de ar fresco e de um vasto património geológico, histórico, etnográfico etc, mais conhecida como zona saloia.
Podemos iniciar a nossa viagem em Loures, Urb. do Infantado, passando por À das Lebres, iniciar uns trilhos junto à vedação Autoestrada A8, subir até Montachique, voltar a descer, iniciar um novo trilho, conhecido pela estrada do Forte de Ribas, voltar a descer e voltar e novamente subir pelos diversos vales que cortam a serra desde Montachique até á plataforma do Rio Tejo, Alverca.












Cabeço de Montachique
A 409 metros, encontramos no sítio mais alto do concelho de Loures. Trata-se de uma chaminé vulcânica, pertencente ao Complexo Vulcânico de Lisboa, um conjunto enorme de vulcões que ocorreram período Neocretácio, posterior ao período dos dinossauros, à 60 milhões de anos, que se localizam por toda a região norte de Lisboa até Mafra. Outro exemplo muito semelhante a este, é o Penedo de Lexim, situado em Cheleiros
*Disjunção prismática deve-se ao rápido arrefecimento do magma, originando fracturas na rocha de forma prismática





Sanatório de Albergaria
Montachique era conhecido pelos seus bons ares, logo, para fazer face à epidemia da tuberculose, que fazia sentir na altura, foram mandados construir vários sanatórios, entre os quais o de Albergaria
Em 1918 foi lanchada a primeira pedra num terreno de 3500 m2, doado pelo Francisco de Almeida Grandella, com um projecto da autoria do arquitecto Rosendo Carvalheira, Sendo esta obra era bastante ambiciosa, não houve financiamento para acabar e encontra-se desde então tal qual foi deixada.














Forte de Ribas


Ribas fez parte de um extenso conjunto de linhas fortificadas que tinham como objectivo de defender Lisboa das tropas francesas em 1810, as Linhas de Torres. O conjunto tem mais de 150 fortificações, distribuídas entre o mar e o rio Tejo.







Mapa dos caminhos percorridos
GPS- track


Serra do Caldeirão




sub-regiões do PROF
Algarve


Alguns aspectos geológicos





Barragem do Funcho



Xisto do Carbónico, dobras - Serra de Silves

UTM: 29S 546518 - 4120167 (+/-)


Estratos, falhas, S. Bartolomeu de Messines


UTM:29 S 561455 - 4123650 29


Arenito de Silves
UTM: 29 S 557837 4123132




Mapa dos caminhos percorridos,
GPS-track http://www.gpsies.de/map.do?fileId=wlnvzcnitbljpiru




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